Ela, baiana, ele, portuense; dois se juntaram num espaço para dar a conhecer as palavras, os sotaques, tradições e ditados da lusofonia; ou, simplesmente, alimentar a sua curiosidade.
Os alunos de jornalismo do Departamento Acadêmico de Comunicação do Núcleo de Ciências Sociais Aplicadas da UNIR Universidade Federal de Rondônia além de terem realizado reportagens, acompanharam as atividades do fórum e registraram as experiências, reflexões e produções artísticas apresentadas durante o evento, contextualizando a importância do movimento Hip-Hop para a cena cultural de Rondônia e para o debate social na região Norte
Um português do mundo
Bem-vindos a uma viagem mágica pelos meandros da língua portuguesa! Peguem os seus passaportes linguísticos e ajustem os seus ouvidos para captar os filhos exuberantes de um idioma que tem uma história mais intrigante do que uma novela de mistério.
escritores brasileiros Décio Torres Cruz (ALB) e Marco Guimarães (UEELP), bem como o escritor português Nuno Gomes Garcia (UEELP). A mediação ficará por conta de Dominique Stoenesco, ensaísta e tradutor francês, cofundador da União Europeia de Escritores de Língua Portuguesa (UEELP).
Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.
Anima
Do latim animo are – dar vida, soprar.
Dar animação a; dar vida a.
Dar aparência de vida a algo que é material.
Dar alento, força e coragem.
Promover o desenvolvimento de algo.
Karen Cavalcante e Márcia Chaves na narração, Juliana Garcez na edição, bem como Francisco Gabriel e Gabriel Moreira na produção.
Doutora em Cultura e Sociedade (PósCult) pela UFBA, mestra em Mídia pela Nova de Lisboa. Pesquisadora FAPESB. Cientista de dados em Turismo e Place Branding pelo grupo de pesquisa da UFBA - Comunicação Estratégica, Marca e Cultura (Logos).
Luso-brasileira, professora universitária e historiadora, com experiência na docência e na investigação em países ibero-americanos (Brasil, Chile, Espanha e Portugal). Especialista em Educação, Estudos Feministas e Direitos Humanos, com doutorado na UNiversidade de León (Espanha) e estágios pós-doutorais na Universidade de Salamanca e na Universidade de Coimbra. Docente do Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, gênero e feminismo da Universidade Federal da Bahia. Investigadora associada ao Instituto de Sociologia da Universidade do Porto (UPORTO, Portugal) e ao Centro de Investigação em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária (Universidade do Algarve).
Participa de projetos editoriais, socio-educativos e musicais, como integração às atividades profissionais, solidárias e de impacto social.
Seu nome é Osvaldo Chiporia, nascido a 27 de Janeiro de 1991 na cidade de Nampula, no hospital central. Viveu os seus primeiros anos de vida no bairro Napipine até que em 1996 se muda para a cidade de Chimoio onde o seu pai fora indicado para trabalhar como magistrado.
Em 1997 ingressou na escola tendo sido reprovado e no ano posterior aprendeu a ler e a escrever e nunca mais reprovou até a conclusão universitária, sendo muitas vezes destacado entre os alunos mais dedicados.
A sua paixão pela música surgiu a partir dos anos 1998 quando passava horas assistindo os programas “Porta 1”, “Ritmo vivo” e “100% música” da Televisão pública de Moçambique (TVM) e desde essa época sentiu-se apaixonado pelo Hip-Hop.
De forma natural foi decorando as canções que ouvia e em 2002 com ajuda de um amigo escreveu suas primeiras rimas. Nesse mesmo ano se atreve a participar de um roadshow como concorrente e vence em primeiro lugar tendo ganhado uma cassetete e camisete. A sua confiança cresceu e na ainda de um concurso na sua escola (Vila Nova) e venceu mais uma vez tendo recebido dessa vez material escolar.
Daí em diante passou a compor suas rimas nas últimas páginas dos seus cadernos até que em 2006 conhece dois amigos (Gelson Salvador e Franklin Gravata) e passam a formar um grupo denominado G-Family e partindo daí teve a sua primeira experiência em estúdio em 27 de Janeiro de 2007.
Em 2010 foi morar em Nampula para se formar numa universidade e conheceu muitos amigos novos e fez parte da WSC grupo composto por artistas como Yan Marley e Cláudio Ismael e Bleu. Ao mesmo tempo fundou com MD Akas, Black Body, PaiW e Trace a Rapublika. Lançou sua primeira mixtape intitulada “Nada pessoal” em 2011 e a segunda intitulada “12 completa” em 2013. Em 2012 lança a música “julgamento” que o faz ser minimamente reconhecido na arena musical de Nampula, em 2015 lança o álbum “A causa” da Rapublika, e em 27 de Janeiro de 2017 lança a música “100 truques” e com isso ganha reconhecimento nacional e a no mesmo ano é convidado a participar do maior Festival do Hip-Hop nacional e no ano seguinte é convidado a um show internacional no Maputo e de novo é convidado para a terceira edição do Festival do Hip-Hop nacional.
Para além da sua carreira artística Xelter é dedicado à apoiar outros artistas que acha que possuem potencial. E é um activista com acções por isso que 2016 criou seu canal no YouTube onde já realizou alguns Cypher que trouxeram à tona muitos talentos da cidade, realizou entrevistas para nos fazer conhecer os rappers, organizou programas de freestyles entre outros.
Importa
Para além da música e do trabalho Xelter é apaixonado pela filosofia e psicosociologia, se considera um Neo-Socrático, ou seja, acredita que com suas acções é capaz de despertar o amor e a paz em todos indivíduos, sendo o caminho o autoconhecimento e o respeito ao próximo. Também é amante da bíblia e busca aprender de outras regiões para maior tolerância e compreensão ao próximo.
